PANACÉIA DELIRANTE

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Passione




Estou em processo de montagem de dois espetáculos teatrais. Em ambos, um assunto é recorrente, embora as abordagens sejam diferentes:
            O amor.
            Discutir a afirmação ou a negação desse sentimento: o amar, o mal-amar, o amor livre ou possessivo... Tudo isso tem me deixado muito romântica, muito.
            Hoje, no final do ensaio de Dorotéia, Hebe Alves cantarolou uma música que não conhecia.  
“Quem podia imaginar
Que o amor fosse um delírio seu
E o meu fosse acreditar”

É de Lenine. O nome é “Nem o sol, nem a lua, nem eu”.
É uma canção meio praieira, nas palavras do próprio. Lenine brincando de ser Caymmi
O vídeo está aqui em cima, para quem quiser ver (cantado por ele e Bethânia).

E já que o tema é o amor/ilusão, vou citar uma música de Jorge Vercilo, também

“Vi um sol nascer
Pelos olhos seus
Me deixei levar
Eu não refleti
Que era a luz dos meus
Refletida em ti”

Por coincidência, enquanto a outra canção fala de delírio, o nome dessa é “Devaneio”. O refrão é famosinho:

“Foi um devaneio meu
Um veraneio seu
E um outono inteiro em minhas mãos”...

Pois é... Os ensaios prosseguem e a cabeça ferve. Mais tarde volto para fala do amor possessivo e do amor livre (meu preferido!)

2 comentários:

Bruno de Sousa disse...

ah! o amor...

Milena Flick disse...

Ah! a Morte...
Ah! a Vida...
Ah! o Riso...