PANACÉIA DELIRANTE

sábado, 28 de janeiro de 2012

Sem mais distanciânsias

Nada mais bonito que a saudade morta
Ver a saudade esmagada entre dois corpos
Uns chamam isso de abraço
Eu não chamo de nada
Não chamo nem de morte
Que saudade não se extingue
É preciso que se mate todos os dias
E se morra com e por ela, como disse o poeta:
“Tão lindo morrer de amor e continuar vivendo”...

Dispensa dedicatórias...

Um comentário:

Milena Flick disse...
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